Couve-flor: Vocês estão com data para novos rumos de cada artista envolvido; além da questão afetiva de se refazer em novo contexto, qual é a memória estética do coletivo?

Coletivo T1, Adriana Grechi: O coletivo nasceu para ser temporário. Como você vê o movimento dele naquela época e hoje?

Dimenti: A quem você pertence? Como é ser Dimenti e ser pessoa, cada um?

Movasse, Núcleo Garagem: Vocês discutem identidade enquanto coletivo artístico?

Micheline, Severino: Vocês reinventaram modos de produção, dentro e fora do coletivo. Tem algum lugar mais “confortável”?

Peter: “Zelig” pode ser uma metáfora para existir no coletivo sendo indivíduo, sujeito?

Dirceu, O12, Alexandra: Público é nossa questão em dança, não é? Quais são suas estratégias?

Thelma, Lugar Comum: Entre vantagens e desvantagens, vocês sentem que a mobilidade de fato nos motiva como artistas?